
Quaest: Flávio Bolsonaro lidera corrida presidencial entre eleitores do Rio | Vittor Sales/Campanha Flávio Bolsonaro | Ricardo Stuckert/PR
Flávio Bolsonaro (PL) aparece na liderança da disputa pela Presidência da República entre os eleitores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta terça-feira (25).
No cenário sem Pablo Marçal, o senador registra 31% das intenções de voto, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 29%.
A pesquisa foi encomendada pela Globo.
Confira os principais números
- Flávio Bolsonaro (PL): 31%
- Lula (PT): 29%
- Renan Santos (Missão): 2%
- Ronaldo Caiado (PSD): 2%
- Romeu Zema (Novo): 2%
- Augusto Cury (Avante): 1%
- Samara Martins (UP): 1%
- Demais candidatos: 0%
- Indecisos: 16%
- Branco, nulo ou não vai votar: 16%
Segundo o levantamento, 80% dos entrevistados afirmam que já definiram o voto, enquanto 20% dizem que ainda podem mudar de candidato até as eleições, marcadas para 4 de outubro.
Flávio chega a 33% com Pablo Marçal
Em um segundo cenário, com a inclusão de Pablo Marçal (PRTB), Flávio Bolsonaro sobe para 33%, enquanto Lula aparece com 31%.
Marçal registra 1%, empatado com Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema.
Os indecisos somam 16%, enquanto 14% afirmam que votarão em branco, nulo ou não pretendem comparecer às urnas.
Avaliação do governo Lula no Rio
A pesquisa também avaliou a percepção dos eleitores fluminenses sobre o governo Lula. 51% desaprovam a administração, enquanto 40% aprovam. Outros 9% não souberam ou não responderam.
Na avaliação geral, 45% consideram o governo negativo, 29% avaliam como regular e 24% como positivo.
Os números mostram uma disputa acirrada entre Flávio Bolsonaro e Lula no eleitorado do Rio de Janeiro, com diferença de dois pontos percentuais no cenário sem Pablo Marçal.
Pablo Marçal está inelegível
Pablo Marçal está inelegível por oito anos, em razão de condenações da Justiça Eleitoral relacionadas à campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024. Entre as irregularidades apontadas estão abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação, incluindo a estratégia de remunerar pessoas para produzir e divulgar vídeos de campanha nas redes sociais.
Atualmente, Marçal tenta disputar a Presidência em 2026, mas o TSE ainda precisa decidir definitivamente sobre o registro de sua candidatura










