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Funeral do Jornalista Joudan Amóra acontece no Parque da Colina, na tarde desta segunda-feira, 20/10

Entrada do Cemitério Parque da Colina em Niterói, local do velório e sepultamento do jornalista Jourdan Amóra.

Fachada do Cemitério e Crematório Parque da Colina, em Niterói, local de realizado do velório e sepultamento do jornalista Jourdan Amóra nesta segunda-feira (20), às 12h45.

Da Redação, André Freitas, repórter e diretor-executivo (Niterói, 20/10/2025, às 10h56) — As cerimônias para a despedida do jornalista Jourdan Amóra, com velório e sepultamento abertos ao público, acontecem na tarde desta segunda-feira (20), no cemitério Parque da Colina, em Niterói, marcada para o horário de 12h45.

O jornalista, de 87 anos, diretor proprietário de A Tribuna e Jornal de Icaraí, faleceu neste domingo (19). Ele estava internado no Complexo Hospitalar de Niterói (CHN) e causa dada à sua morte consiste em falência múltipla dos órgãos.

Familiares receberão amigos, admiradores e a imprensa em geral no auditório do cemitério, onde o corpo de Jourdan será velado até às 14h45. Em seguida, ocorre o cortejo para sepultamento, também aberto a todos.

Jourdan Amóra com a esposa Eva Santana Amóra e os filhos Gustavo e Luís Jourdan, herdeiros do legado jornalístico da família em Niterói.

Jourdan Amóra, ao lado da esposa Eva Santana Amóra e dos filhos Gustavo e Luís Jourdan, que seguiram seus passos no jornalismo à frente de A Tribuna e Jornal de Icaraí. | Divulgação/Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro

 

Jourdan Amóra deixa dois filhos que seguiram os seus passos no jornalismo, bem como os de Dona Eva Amóra, sua esposa, sócia e companheira de uma vida inteira, que faleceu há apenas 40 dias. O mais velho, Gustavo Santana Amóra — além de jornalista, ainda advogado — e Luís Jourdan Santana Amóra — Dandan Amóra, jornalista e publicitário.

Imprensa perde um mestre

A morte de Jourdan, em síntese, deixa incomensurável lacuna no jornalismo brasileiro. Seus princípios e ideais se consolidaram na essência de suas empresas, sobretudo nos jornais A Tribuna e Jornal de Icaraí. Já sua luta permanente pela democracia e por liberdade, tal qual por valorização da imprensa do interior, permanecerão vivas. Até porque a própria repercussão de seu falecimento já ajuda quem tentar, de alguma forma, dimensionar sua importância para a imprensa nacional.

 

 

 

André Freitas
André Freitas é diretor-executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Jornalista e radialista desde a década de 1990, é narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Possui ampla experiência na cobertura da editoria de política, em razão de funções exercidas nos poderes Legislativo e Executivo, com atuação nas Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo e Campos dos Goytacazes, além da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e da Prefeitura de Niterói. Dirigiu por 15 anos a Rádio Absoluta, onde apresentou programas noticiosos diários e conduziu coberturas esportivas, incluindo mais de uma década acompanhando a seleção brasileira de futebol. Nesse período, esteve presente em duas Copas do Mundo e em uma edição dos Jogos Olímpicos. Trabalhou também nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e Litorânea (ES). Exerceu o cargo de editor-chefe nos jornais Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ), além de atuar como colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

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