O piscinão em Realengo contra enchentes entra em nova fase, já que a Prefeitura do Rio anunciou o início das obras de um reservatório de grande porte para conter alagamentos e melhorar a drenagem na Zona Oeste.
O anúncio foi feito pelo prefeito Eduardo Cavaliere, que destacou o avanço do projeto dentro do programa de urbanização da região. Segundo ele, a intervenção faz parte do PAC Realengo e busca reduzir um problema histórico enfrentado pelos moradores.
Reservatório terá grande capacidade
O novo piscinão será construído para armazenar cerca de 20 milhões de litros de água, o equivalente a 20 mil caixas d’água. Com isso, o sistema vai reter o volume do Rio Piraquara em períodos de chuva intensa e evitar o transbordamento.
Além da função de drenagem, o projeto inclui um corredor de lazer, ampliando o uso do espaço urbano para a população local.
Obras fazem parte de pacote maior
A construção integra um conjunto de intervenções que somam mais de R$ 123 milhões em investimentos, com apoio do Governo Federal. O secretário Wanderson Santos ressaltou que o bairro sofre com enchentes há décadas, o que motivou o planejamento das obras.
Outras ações já estão em andamento, como melhorias no Rio Catarino e intervenções em vias importantes da região.
Drenagem avança em várias ruas
Enquanto o piscinão não fica pronto — com prazo estimado de 24 meses —, a Prefeitura mantém frentes de trabalho em diferentes pontos de Realengo.
Ruas como do Imperador, Bernardo de Vasconcelos, Barão do Triunfo e Avenida Santa Cruz já recebem novas galerias pluviais e pavimentação. Ao todo, mais de cinco quilômetros de rede de drenagem estão em construção.
Além disso, trechos do Rio Catarino passam por reestruturação, incluindo a construção de uma segunda galeria para melhorar o escoamento das águas.
Impacto direto para moradores
O conjunto de obras deve beneficiar cerca de 205 mil moradores, reduzindo alagamentos e melhorando a mobilidade urbana em dias de chuva.
A execução fica sob responsabilidade da Fundação Rio-Águas, com recursos do Novo PAC, coordenado pelo Ministério das Cidades, além de financiamento da Caixa Econômica Federal.

















