IGP-M acelera na primeira prévia de janeiro
IGP-M acelera na primeira prévia de janeiro e sinaliza pressão maior sobre preços no início de 2026. O índice avançou 0,28% na primeira leitura do mês, superando a variação de 0,15% registrada no mesmo período de dezembro, segundo dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
O movimento reflete o avanço dos preços tanto na produção quanto no consumo. O resultado reforça a atenção de empresas, consumidores e setores que utilizam o indicador como referência em contratos e reajustes.
Preços ao produtor puxam o índice
O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) registrou alta de 0,30% na prévia de janeiro. Em dezembro, a variação havia sido de 0,15%. O dado indica aceleração dos custos ainda na origem da cadeia produtiva, o que pode pressionar preços ao consumidor nos próximos meses.
A leitura confirma uma tendência de maior impacto dos preços no atacado, fator que costuma anteceder repasses para o varejo.
Consumo também mostra avanço
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) subiu 0,21% na primeira prévia de janeiro, acima dos 0,07% observados na leitura anterior. O avanço mostra maior pressão sobre itens diretamente percebidos pelas famílias, reforçando o alerta para o custo de vida.
Mesmo com a alta moderada, o movimento indica perda de fôlego da desaceleração observada no fim de 2025.
Construção desacelera levemente
Na contramão, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) apresentou leve desaceleração. O indicador passou de alta de 0,29% na primeira prévia de dezembro para 0,27% agora.
Apesar da redução, o setor da construção segue com custos elevados, especialmente em mão de obra e insumos básicos, o que mantém o índice em patamar relevante.












































