A auditoria nas UBSs de Itaboraí entrou em nova etapa nesta segunda-feira (13), com a apresentação dos resultados preliminares à Secretaria Municipal de Saúde. A reunião ocorreu no Salão Nobre da Prefeitura e reuniu equipes da Controladoria Geral do Município (CGM) e da SEMSA.
O trabalho avaliou condições de infraestrutura física, acessibilidade, conservação predial e manutenção das Unidades Básicas de Saúde. Além disso, a auditoria deve orientar a construção de soluções para melhorar os espaços usados por pacientes e profissionais do SUS.
A Prefeitura não detalhou, no material divulgado, quais unidades apresentaram problemas específicos. No entanto, informou que os apontamentos servirão de base para o planejamento de melhorias na rede municipal.
Auditoria avaliou estrutura das unidades
A Superintendência Interna de Auditoria da CGM conduziu o levantamento nas unidades básicas.
A equipe analisou aspectos ligados à estrutura dos prédios, às condições de uso dos ambientes, à acessibilidade e à manutenção das instalações.
Com isso, a Controladoria pretende oferecer informações técnicas para apoiar decisões da Secretaria de Saúde. A medida integra o Plano Anual de Auditoria Interna (PAAI 2026).
Secretaria de Saúde participou da apresentação
Durante a reunião, a Controladoria apresentou os resultados preliminares à Secretaria Municipal de Saúde.
A etapa permite que a pasta conheça os apontamentos antes da definição das medidas corretivas. Além disso, abre espaço para que o órgão auditado participe da construção das soluções.
Esse modelo evita que a auditoria funcione apenas como fiscalização. Em vez disso, o processo busca orientar a gestão, organizar prioridades e reduzir falhas futuras.
Objetivo é melhorar atendimento no SUS
A auditoria tem caráter orientativo e preventivo.
Na prática, isso significa que o trabalho não se limita a identificar problemas. A Controladoria também busca apoiar a administração na definição de caminhos para melhorar os serviços.
No caso das UBSs, a infraestrutura influencia diretamente a rotina de atendimento. Unidades mais conservadas, acessíveis e seguras ajudam profissionais de saúde e pacientes que dependem da rede pública.
Controladoria fala em apoio à gestão
A controladora-geral do município, Angélica Wermelinger, afirmou que a auditoria fortalece a gestão pública e apoia as secretarias municipais.
“A Controladoria atua não apenas para identificar oportunidades de melhoria, mas principalmente para apoiar a gestão na construção de soluções”, disse.
Segundo ela, a auditoria operacional amplia a eficiência da administração e contribui para um atendimento mais qualificado nas unidades de saúde.
Saúde vai avaliar demandas
A secretária municipal de Saúde, Analice Rangel, afirmou que os apontamentos apresentados pela CGM servirão como ferramenta de gestão.
Segundo ela, a secretaria vai avaliar cada demanda e definir as ações necessárias para aprimorar a infraestrutura das unidades.
“A partir dos apontamentos apresentados pela Controladoria, vamos avaliar cada demanda e definir as ações necessárias para aprimorar a infraestrutura das unidades, garantindo mais qualidade, segurança e conforto para os profissionais e para os usuários da nossa rede municipal de saúde”, afirmou.
Relatório deve orientar plano de melhorias
Com a apresentação dos resultados, a Prefeitura inicia uma fase de análise e encaminhamento.
A Secretaria de Saúde deve usar os dados técnicos para organizar prioridades, avaliar demandas por unidade e planejar intervenções.
Além disso, a auditoria pode ajudar a prevenir a repetição de problemas estruturais. Quando a gestão identifica falhas de conservação e manutenção com antecedência, consegue reduzir riscos e melhorar o uso dos recursos públicos.
Governança e transparência entram no foco
A Prefeitura afirma que a auditoria também fortalece a governança e a transparência.
Esse tipo de controle interno permite acompanhar a qualidade das estruturas públicas e cobrar respostas dos órgãos responsáveis.
Além disso, o processo cria registros técnicos que podem orientar futuras obras, reformas, compras, manutenções e ajustes de acessibilidade.
O que foi avaliado
| Área analisada | O que envolve |
|---|---|
| Infraestrutura física | Condições gerais dos prédios e ambientes das UBSs |
| Acessibilidade | Adequação dos espaços para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida |
| Conservação predial | Estado de paredes, pisos, coberturas, instalações e áreas de atendimento |
| Manutenção | Necessidade de reparos, correções e acompanhamento contínuo |
| Segurança e conforto | Condições para profissionais e usuários da rede municipal |
Etapas do processo
| Etapa | Situação |
| Levantamento técnico | Realizado pela Superintendência Interna de Auditoria da CGM |
| Apresentação dos resultados | Feita nesta segunda-feira, no Salão Nobre |
| Participação da SEMSA | Secretaria tomou ciência dos apontamentos |
| Definição de estratégias | Fase de construção conjunta de soluções |
| Próximos passos | Planejamento de ações de melhoria nas unidades |








