A renovação de Barboza com o Botafogo em 2026 se tornou improvável nos bastidores, após novas exigências do estafe travarem o acordo e aumentarem a tensão entre as partes, abrindo caminho para o interesse de clubes como Palmeiras e Cruzeiro.
O cenário, que já era delicado por questões financeiras, ganhou novos contornos depois das declarações do empresário do zagueiro, Juan Cruz Oller. Em entrevistas, o agente condicionou a permanência do jogador à continuidade de dirigentes do clube, o que gerou forte incômodo internamente.
Exigências travam acordo
O Botafogo chegou a alinhar verbalmente a renovação com aumento salarial e contrato até 2029, mas as garantias solicitadas pelo estafe impediram o avanço das negociações. Internamente, a leitura é de que houve uma tentativa de facilitar uma saída sem custos ao fim do vínculo.
Além disso, o momento financeiro da SAF, que passa por processo de reorganização, limita a margem de negociação e dificulta a oferta de garantias exigidas pelo jogador.
Mercado já se movimenta
Diante do impasse, o mercado passou a observar de perto a situação do defensor. O Palmeiras, inclusive, já tem conversas avançadas para contar com o atleta, enquanto o Cruzeiro também monitora o cenário.
A partir de julho, Barboza poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe e sair sem custos em 2027. Caso algum clube queira antecipar a chegada ainda nesta temporada, será necessário pagar compensação financeira ao Botafogo.
Plano do clube
Mesmo com o risco de perder o jogador gratuitamente, a diretoria não descarta manter Barboza até o fim do contrato atual, caso não receba proposta considerada vantajosa. A decisão busca preservar o elenco em meio à temporada, evitando uma perda técnica imediata.

















