Depois de quase dois meses de incerteza, o Botafogo finalmente definiu seu novo comandante. O português Renato Paiva foi o escolhido para liderar a equipe na temporada. A negociação foi fechada nos últimos dias, e o treinador, que estava sem clube desde dezembro, agora assume o desafio de reestruturar o elenco alvinegro.

A busca do Botafogo por um novo técnico ficou marcada por negativas. John Textor tentou nomes como André Jardine, Tata Martino, Rafael Benítez e Roberto Mancini, mas nenhum deles aceitou o convite. Até mesmo Vasco Matos esteve perto de um acerto, mas divergências sobre sua licença impediram o desfecho. Hernán Crespo também chegou a negociar, mas não houve acordo.

Experiência e desafios no currículo

Renato Paiva, de 54 anos, iniciou sua carreira no Benfica, onde trabalhou nas categorias de base de 2004 a 2020. Em 2021, assumiu o Independiente del Valle e conquistou o campeonato equatoriano. No ano seguinte, treinou o León, do México, mas deixou o cargo após 18 partidas. Em 2023, foi contratado pelo Bahia, venceu o campeonato estadual, mas saiu após uma campanha irregular no Brasileirão. Seu último trabalho foi no Toluca, de onde saiu em dezembro de 2024.

Expectativas para o novo ciclo

A chegada de Renato Paiva acontece em um momento decisivo para o Botafogo, que passou 55 dias sem um técnico principal. A missão do português consiste em reorganizar o time e buscar resultados sólidos na temporada. Textor, que esteve com a delegação alvinegra no jogo contra o Racing, foi peça-chave para a concretização do acordo.

 

 

André Freitas
Diretor-Executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Radialista e Jornalista desde a década de 1990. Narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Tem vasta experiência na cobertura da editoria de política em razão dos cargos públicos que exerceu nos poderes Legislativo e Executivo: Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo, Campos dos Goytacazes, além da Alerj e ainda na Prefeitura de Niterói. Dirigiu a Rádio Absoluta por 15 anos, onde apresentou programas noticiosos diários. Pela emissora, cobriu por mais de uma década a seleção brasileira de futebol e esteve em duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, tem 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Trabalhou, também, nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e (Litorânea/ES). Exerceu cargo de editor-chefe em Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ). Colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

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