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Traficantes usam ônibus como barricadas na Alameda e João Brasil em noite de tiroteio na Zona Norte de Niterói

Traficantes usam ônibus como barricadas na Alameda e João Brasil em noite de tiroteio na Zona Norte de Niterói

Niterói: Traficantes usam ônibus como barricadas na Alameda e João Brasil em noite de tiroteio na Vila Ipiranga

A Zona Norte de Niterói vive uma noite de terror sitiada pela ação de traficantes da comunidade Vila Ipiranga, mediante tiroteio e ônibus usados como barricadas na pista da Alameda São Boaventura, bem como na Avenida João Brasil. Ao mesmo tempo, tiros, correria e explosões apavoram quem passa pelo local, espalhando medo na cidade.

A situação chegou ao conhecimento de nossa reportagem através de fontes, bem como de relatos em redes sociais. A cada fragmento de vídeo ou informação vaga para construção desta notícia, a situação se agravava.

A princípio, mais cedo teria ocorrido uma operação da Polícia Militar na comunidade da Vila Ipiranga, na região do Fonseca. Em retaliação à operação da PM, traficantes de drogas determinaram o fechamento das vias, mediante o uso de ônibus como barricadas.

A situação chegou ao ponto dos criminosos reterem as chaves dos coletivos, impossibilitando, desse modo, sua recuperação para remoção do veículo do local.

Como resultado, a Polícia Militar continuou marcando forte presença nos arredores afetados. Principalmente, nas principais vias de acesso à comunidade.

Traficantes usam ônibus como barricadas na Alameda e João Brasil em noite de tiroteio na Zona Norte de Niterói

Niterói: Em meio a tiroteio, Polícia Militar está na Vila Ipiranga, onde traficantes usaram ônibus como barricadas na Alameda e João Brasil como medida de terrorismo e enfrentamento | Reprodução

Em xeque, infelizmente, fica dignidade humana de várias pessoas tentando exercer direitos fundamentais, tal qual a própria incolumidade pública, quase inexistente naquela região. Por exemplo, o de ir e vir, da paz social, à vida e à segurança, violados por esta arruaça que não pode ficar impune.

O bloqueio de vias públicas e a destruição do patrimônio de terceiros se trata, apenas, do efeito colateral mais visível do cenário de caos construído pela marginalidade. O mal pior está no que muitos não podem ver: pessoas ficaram presas em casa, pânico de quem está preso no trânsito, a angústia de quem está à espera de alguém chegar em casa são e salvo, mesmo após tudo isso.

Vídeo abaixo mostra ônibus atravessado na Avenida Professor João Brasil

*Conteúdo sob apuração

André Freitas
André Freitas é diretor-executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Jornalista e radialista desde a década de 1990, é narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Possui ampla experiência na cobertura da editoria de política, em razão de funções exercidas nos poderes Legislativo e Executivo, com atuação nas Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo e Campos dos Goytacazes, além da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e da Prefeitura de Niterói. Dirigiu por 15 anos a Rádio Absoluta, onde apresentou programas noticiosos diários e conduziu coberturas esportivas, incluindo mais de uma década acompanhando a seleção brasileira de futebol. Nesse período, esteve presente em duas Copas do Mundo e em uma edição dos Jogos Olímpicos. Trabalhou também nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e Litorânea (ES). Exerceu o cargo de editor-chefe nos jornais Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ), além de atuar como colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

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