
Ansiedade, expectativa e dedicação: mesmo há um mês fora dos gramados, Neymar, de 30 anos, luta contra o tempo para jogar a Copa do Mundo Fifa de 2026
Neymar completa nesta terça-feira (16) 30 dias sem atuar em uma partida de futebol, num jogo que a arbitragem errou (para o bem, talvez), quando subiu placa para anunciar sua substituição no Santos x Coritiba. De lá pra cá, o que já margeou o otimismo está cercado de incertezas na seleção brasileira.
Quando o assunto se trata da volta de Neymar aos treinos, há muita fé para o tempo milagroso de cura. Enquanto a imprensa internacional foi ao estádio onde a seleção estava treinando para ver se o cara pintava por lá, na reapresentação após o 1×1 contra Marrocos, o craque sequer deu as caras e ficou de fora da atividade.
Na versão oficial, o atleta estaria fazendo novos exames médicos para acompanhar a evolução da sua lesão na panturrilha direita.
Mesmo assim, a previsão de três semanas de recuperação, prazo que vence amanhã, 17/06 — segue valendo. Contudo, ele ainda precisa se recuperar fisicamente para jogar. Dá pra esperar? Sim.
Jogo com Marrocos deixou claro: Brasil precisa de Neymar
Porém, quem antes olhava para o jogador como uma zebra na convocação; ou pior, contestava ao ponto de lhe comparar com um novo Daniel Alves de 22, a verdade que passou a incomodar a essa turma é: “precisamos dele inteiro o mais rápido possível”.
Diante disso, um fato já dá para cravar: Neymar está, como sempre dito, fora da primeira fase. Não jogará um minuto sequer contra Honduras. Não tem chances, — ao menos nas condutas médicas mais prudentes, de começar jogando contra a Escócia. A única exceção: risco do Brasil não passar de fase, o que se mostraria mais uma humilhação. Nem o futebol brasileiro e, muito menos, Neymar, querem isso.








