
Policlínica de Piratininga ganha espaço infantil para crianças em atendimento | Divulgação/Prefeitura de Niterói
A Secretaria Municipal de Saúde de Niterói entregou um novo espaço dedicado às crianças atendidas na Policlínica de Piratininga. A iniciativa integra as ações do Mês das Crianças e busca tornar a espera pelo atendimento mais acolhedora para os pequenos e suas famílias.
O ambiente recebeu brinquedos, desenhos e elementos de ambientação infantil. Além disso, a rede municipal promoveu atividades de acolhimento e inclusão no Centro de Avaliação e Inclusão Social (CAIS) e no Hospital Municipal Getúlio Vargas Filho, o Getulinho.
Espaço infantil busca tornar espera mais acolhedora
Na Policlínica de Piratininga, o novo espaço oferece às crianças uma área voltada à convivência e ao brincar enquanto aguardam consultas e outros atendimentos.
Segundo a secretária municipal de Saúde, Ilza Fellows, a iniciativa reforça a proposta de humanização da assistência.
“Cuidar também é proporcionar momentos de alegria, convivência e pertencimento. Buscamos oferecer um atendimento olhando cada criança em sua integralidade, respeitando suas particularidades e criando oportunidades para que elas interajam, se expressem e se sintam acolhidas. Essas ações demonstram que inclusão, cuidado e afeto caminham juntos”, afirmou.
CAIS reúne cerca de 30 crianças com TEA
Enquanto isso, o Centro de Avaliação e Inclusão Social (CAIS) recebeu cerca de 30 crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) para uma atividade especial.
O mágico Leandro Legal apresentou números de ilusionismo e convidou as próprias crianças a participar dos truques. A programação também contou com distribuição de pipoca.
Entre os participantes estava Arthur Mendes, de 5 anos, acompanhado pela unidade há seis meses.
“Ele adora mágica. É sempre bem acolhido, bem-vindo por todos”, contou a tia, Sebastiana Melo.
De acordo com a diretora técnica do CAIS, Valéria Patrocínio, a atividade buscou estimular a socialização, a interação entre as crianças e o fortalecimento dos vínculos com a equipe.
O centro atua no acolhimento e na avaliação de casos suspeitos de TEA, com trabalho integrado entre as áreas de saúde, educação e assistência social.
Getulinho também teve programação para as crianças
No Hospital Municipal Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, a programação incluiu pintura na pele, balões de modelagem, distribuição de pipoca e a visita dos personagens Mickey e Minnie.
Além disso, os Doutores da Alegria participaram das atividades realizadas na unidade.
Para Dayse Alves, mãe de Lauvinia, ações desse tipo ajudam a diminuir a tensão durante o atendimento.
“A criança fica mais à vontade. O atendimento fica mais humanizado e a consulta mais divertida e menos tensa”, afirmou.
Brincar também integra rotina de cuidado
A diretora do Getulinho, Julienne Martins, destacou que as atividades fazem parte de uma rotina de cuidado que valoriza a infância.
Ao longo do ano, o hospital mantém iniciativas como pedagogia hospitalar, brinquedos terapêuticos e painéis sensoriais.
“O brincar faz parte do desenvolvimento da criança e está em sintonia com a recuperação em saúde. Essas atividades contribuem para o bem-estar das crianças, das famílias e de toda a equipe”, afirmou Julienne.
Ações reforçam humanização na saúde infantil
Com as atividades realizadas na Policlínica de Piratininga, no CAIS e no Getulinho, a rede municipal busca incorporar acolhimento, convivência e estímulos ao desenvolvimento infantil ao atendimento de saúde.
Assim, além das consultas e procedimentos, as unidades procuram criar ambientes mais confortáveis para crianças e responsáveis durante a permanência nos serviços de saúde.








