Dicevaders estreia nesta terça-feira (29) com uma proposta que mistura roguelike, construção de baralho, dados e estratégia por turnos.
Desenvolvido pela Pengonauts e publicado pela Playstack, o jogo coloca o jogador no comando de uma invasão alienígena.
A diferença está em como essa invasão funciona.
Em vez de simplesmente rolar dados e aceitar o resultado, o jogador pode manipular, rerrolar e reorganizar os dados para montar combinações e fortalecer o exército.
Dados não funcionam apenas como sorte
O jogo usa dados como recurso central.
Cada rodada permite trabalhar com uma sequência de resultados que pode ser alterada conforme o jogador utiliza recursos e habilidades.
Isso muda bastante a lógica.
O objetivo não é torcer por um número alto.
É encontrar a combinação certa para colocar unidades, ativar efeitos e preparar uma sequência mais forte.
Exército cresce durante cada run
A invasão começa com uma força limitada.
Ao longo da partida, o jogador pode adquirir:
- novas unidades;
- artefatos;
- recursos especiais;
- e efeitos que alteram os dados.
Cada escolha modifica a composição do exército.
Por isso, duas runs podem seguir caminhos bem diferentes.
Posicionamento importa no tabuleiro
Dicevaders também usa um tabuleiro em grade.
As unidades precisam ser colocadas em posições específicas, e cada espaço pode influenciar a pontuação ou a eficiência da combinação.
Isso adiciona uma camada de planejamento além da construção do baralho.
Não basta ter boas unidades.
Também é preciso pensar onde colocá-las.
Chrono permite rerrolar e reorganizar opções
Um dos recursos mais importantes é o Chrono.
Ele permite rerrolar dados e renovar opções disponíveis na loja.
Na prática, funciona como ferramenta para reduzir a dependência do acaso.
Se a sequência não ajuda, o jogador pode gastar recursos para tentar criar uma situação melhor.
Esse tipo de controle reforça a ideia de que Dicevaders usa dados como parte da estratégia, não apenas como elemento aleatório.
Combos podem transformar uma rodada
As diferentes peças do sistema se conectam.
Unidades, dados e artefatos podem formar sinergias que aumentam bastante a pontuação.
Por isso, o jogo recompensa quem consegue montar uma estrutura capaz de gerar combos em sequência.
Esse tipo de progressão é familiar para quem joga deckbuilders roguelike.
A diferença está na presença dos dados como camada adicional.
Universo vem de StarVaders
Dicevaders faz parte do universo de StarVaders.
A diferença é que agora o jogador assume justamente o lado alienígena.
Em vez de defender o planeta, a missão é comandar a invasão.
Essa inversão ajuda a dar identidade própria ao jogo sem abandonar o universo já criado pela Pengonauts.
Jogo chega com português do Brasil
Dicevaders oferece interface e legendas em português do Brasil.
Isso facilita bastante a leitura de habilidades, efeitos e descrições durante as runs.
Como o jogo depende de decisões rápidas sobre unidades e sinergias, entender os textos faz diferença.
Demo também está disponível
Quem quiser testar antes de comprar pode baixar uma demo gratuita no Steam.
A versão serve para apresentar os sistemas principais e o ritmo das partidas.
Isso é especialmente útil em um jogo com várias camadas de estratégia, porque a proposta fica mais clara depois de algumas rodadas.
Lançamento acontece nesta terça-feira
A página oficial do Steam marca 29 de setembro de 2026 como data de lançamento.
O jogo chega primeiro ao PC, com suporte a conquistas, Steam Cloud e compartilhamento em família.
Também há suporte completo a controles de Xbox e PlayStation.
Dicevaders tenta controlar o caos
Jogos com dados normalmente dependem de uma dose grande de sorte.
Dicevaders segue por outro caminho.
O resultado da rolagem continua importante, mas o jogador recebe ferramentas para manipular esse resultado e construir uma estratégia em cima dele.
Isso transforma cada rodada em um exercício de adaptação.
A invasão pode começar com um dado ruim.
Mas terminar com uma combinação completamente quebrada depende de como o jogador usa aquilo que recebeu.









