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Botafogo perde do Capital, mas avança na Copa do Brasil

Mesmo com derrota, Botafogo avança na Copa do Brasil Vítor Silva/Botafogo

Mesmo com derrota, Botafogo avança na Copa do Brasil Vítor Silva/Botafogo

Mesmo derrotado por 1 a 0 pelo Capital nesta quarta (22), o Botafogo confirmou a vaga nas oitavas da Copa do Brasil. O placar agregado de 4 a 1 selou a classificação do alvinegro carioca, que agora volta as atenções para o decisivo confronto da próxima terça-feira (27), pela Libertadores.

A verdade é que o jogo desta noite não carregava o peso da obrigação de vencer. O elenco que entrou em campo sabia disso, assim como o treinador também. Não à toa, o desempenho em campo foi morno, quase protocolar. A vitória por 4 a 0 no jogo de ida permitia relaxamento. Assim sendo, o time relaxou, até demais, ao ponto de dar sono em quem assistiu e tirou um sono de 2 h.

Mesmo com derrota, Botafogo avança na Copa do Brasil Vítor Silva/Botafogo

Mateo Pone exibe sua habilidade com a bola esperando o tempo passar | Botafogo Vítor Silva

O Capital tentou o improvável: precisava de cinco gols. Conseguiu apenas um . Aliás — um golaço, diga-se, de fora da área —, que mereceu até aplauso de botafoguense. Mas parecia tarde demais. O Botafogo, mesmo disperso, não corria riscos. A vaga já era.

No entanto, o sinal de alerta acendeu. O gol sofrido expôs apatia e falta de gana entre os reservas. Quem teve a chance de jogar, não aproveitou. E isso não passou despercebido e pode custar o pescoço.

Elias, do Botafogo, não disse a que veio até agora

Elias, do Botafogo, não disse a que veio até agora | Vítor Silva/Botafogo

Técnico algum dá espaço para acomodados. Quem quiser vaga no time terá de merecer: no treino, na entrega, na atitude. “Quer jogar? Mostre por que merece”, o recado implícito de sempre.

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Nada definido para terça-feira

Agora, o foco se volta para a Libertadores. Na terça, o desafio será real: o Glorioso precisa vencer e não sofrer gols. O palco aumenta o peso e responsabilidade com o resultado, pois o jogo acontece no estádio Nilton Santos, casa cheia. A torcida precisa jogar junto de verdade, sobretudo com paciência. Afinal, o time precisa do gol, mas também não pode se expor. Logo, técnica, raça e sintonia serão essenciais.

Jeffinho recebeu no meio de dois marcadores do Capital, mas a cabeça dele parecia estar no jogo de terça-feira… | Vitor Silva/Botafogo

Classificar: esse é o verbo que precisa se repetir. De preferência, com futebol à altura da camisa que o Botafogo veste.

Botafogo avança na Copa do Brasil

CAPITAL 1×0 BOTAFOGO • Jogo de volta da terceira fase da Copa do Brasil •  Data e hora: 22/05/2025, às 21h30 • Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF) • Gols: Rodriguinho, 30’/1ºT (1-0) • Cartão Amarelo: Tobinha (CAP); Serafim, Lindes, Telles, Paiva (BOT) • Cartão Vermelho: não houve •  Árbitro: Bruno Pereira Vasconcelos (BA) • Assistentes: Daniella Coutinho Pinto (BA) e Elicarlos Franco de Oliveira (BA) • VAR: Leonardo Rotondo Pinto (MG) • Cartão Amarelo: Tobinha (CAP) • Serafim, Lindes, Telles, Paiva (BOT)
CAPITAL: Reynaldo; Vinícius, Richardson, Romano e Renan; Varão, Maycon, Rodriguinho (Matheusão, 9’/2ºT) e Deysinho (Adílio, 9’/1ºT); Tobinha (Falcão, Intervalo) e Wallace (Quarcoo, 37’/2ºT). Técnico: Felipe Surian
BOTAFOGO: Linck (Raul, 13’/1ºT); Ponte, Barbosa, Serafim (Kauê, 35’/2ºT) e Telles (Vitinho, 13’/2ºT); Newton, De Paula, Santi e Lindes (Jeffinho, 13’/2ºT); Nathan Fernandes e Elias (Rwan, 13’/2ºT). Técnico: Renato Paiva

André Freitas
Diretor-Executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Radialista e Jornalista desde a década de 1990. Narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Tem vasta experiência na cobertura da editoria de política em razão dos cargos públicos que exerceu nos poderes Legislativo e Executivo: Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo, Campos dos Goytacazes, além da Alerj e ainda na Prefeitura de Niterói. Dirigiu a Rádio Absoluta por 15 anos, onde apresentou programas noticiosos diários. Pela emissora, cobriu por mais de uma década a seleção brasileira de futebol e esteve em duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, tem 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Trabalhou, também, nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e (Litorânea/ES). Exerceu cargo de editor-chefe em Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ). Colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

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