Provável titular do Brasil contra o Marrocos, Alisson pode alcançar uma marca histórica na estreia da Copa do Mundo de 2026. Se começar jogando neste sábado, 13 de junho, o goleiro disputará seu terceiro Mundial como titular da Seleção Brasileira.
Com isso, ele igualará Gilmar e Taffarel, dois campeões mundiais que também defenderam o gol do Brasil como titulares em três Copas.
A partida contra o Marrocos será às 19h, pelo horário de Brasília, e marca o início da caminhada brasileira no torneio.
Alisson na Seleção Brasileira: marca de gigantes
Alisson esteve nas Copas de 2018 e 2022 como goleiro titular. Agora, aos 33 anos, deve iniciar mais um Mundial no gol brasileiro.
Gilmar foi titular nas Copas de 1958, 1962 e 1966. Já Taffarel defendeu o Brasil como titular em 1990, 1994 e 1998.
Leão também aparece entre os grandes nomes da posição, mas em outro recorte. Ele foi convocado para quatro Copas, em 1970, 1974, 1978 e 1986, porém não atuou como titular em todas.
Goleiro fala em honra
Ao comentar a marca, Alisson destacou o peso histórico de dividir espaço com ídolos da posição.
Para o goleiro, estar ao lado de nomes como Gilmar e Taffarel representa um privilégio. Ele lembrou que, quando era criança, via a Copa do Mundo como um sonho distante.
Hoje, já consolidado como camisa 1 do Brasil, Alisson trata a terceira Copa como uma honra e uma responsabilidade.
Ciclo foi difícil para o Brasil
Alisson também reconheceu que a Seleção Brasileira viveu um dos ciclos mais instáveis dos últimos anos.
Depois da Copa de 2022, o Brasil passou por mudanças, críticas, irregularidade e troca de comando. Ainda assim, o goleiro evitou olhar apenas para o passado.
Segundo ele, o mais importante é o momento atual da equipe, às vésperas da estreia no Mundial.
Ancelotti mudou o ambiente da Seleção
O goleiro atribuiu a melhora do clima interno à chegada de Carlo Ancelotti.
Para Alisson, o treinador italiano trouxe tranquilidade, foco e uma presença forte ao grupo. A mudança, segundo o camisa 1, ajudou a afastar polêmicas e recolocar o trabalho de campo no centro das atenções.
A fala reforça o papel de Ancelotti como gestor do elenco. Mais do que ajustes táticos, o técnico tenta devolver estabilidade emocional à Seleção.
Brasil estreia contra Marrocos
A estreia contra o Marrocos será o primeiro teste real desse novo ambiente.
O adversário chega com força competitiva e organização, mesmo após cortes por lesão na lista final. Por isso, o Brasil deve precisar de equilíbrio desde os primeiros minutos.
No gol, Alisson aparece como uma das referências de experiência. Além dele, a Seleção conta com outros líderes em setores diferentes, como Marquinhos, Casemiro e Vini Jr.
Alisson busca entrar em outro grupo
Apesar da marca individual, Alisson mira um objetivo maior: conquistar a Copa do Mundo.
O goleiro já se aproxima de ídolos históricos pelo número de participações como titular, mas ainda busca entrar no grupo dos campeões mundiais.
Esse peso acompanha toda a geração atual. O Brasil não vence uma Copa desde 2002, e a pressão por encerrar o jejum volta a crescer a cada novo Mundial.
O que está em jogo para Alisson
• Pode disputar sua terceira Copa como titular;
• Igualaria Gilmar e Taffarel nesse recorte;
• Esteve no gol do Brasil em 2018 e 2022;
• Deve ser titular contra o Marrocos;
• Tem 33 anos;
• Chega como uma das lideranças do elenco;
• Elogiou a chegada de Carlo Ancelotti;
• Busca o primeiro título mundial da carreira.








