
Maricá oferece oficinas gratuitas de grafite para mais de 600 alunos | Divulgação/Anselmo Mourão/Prefeitura de Maricá
Mais de 600 alunos participam das oficinas gratuitas de grafite em Maricá, realizadas nos polos de Itaipuaçu, Bambuí e Pedreiras. As aulas integram o programa Cultura de Direitos, da Secretaria de Direitos Humanos, e usam a arte urbana como caminho para ampliar criatividade, inclusão e cidadania.
A iniciativa apresenta aos participantes técnicas, referências e formas de expressão do grafite. Ao mesmo tempo, estimula a convivência, a autoestima e o reconhecimento de talentos locais.
Além do aprendizado artístico, o projeto busca aproximar moradores de atividades culturais gratuitas em diferentes regiões do município.
Aulas unem arte, expressão e cidadania
Durante os encontros, os alunos aprendem fundamentos da linguagem visual do grafite e desenvolvem criações próprias. Assim, as oficinas vão além da técnica e ajudam os participantes a transformar ideias, vivências e identidades em arte.
O professor Cristiano Preas afirma que o trabalho também fortalece a confiança dos alunos.
“O objetivo da oficina de grafite é difundir a linguagem artística e, ao mesmo tempo, promover cidadania”, destacou.
Segundo ele, a evolução aparece não apenas na execução dos desenhos, mas também na convivência e na segurança para criar.
“Percebemos uma evolução na técnica, na autoestima, na convivência e na confiança de cada participante”, completou.
Programa oferece outras atividades gratuitas
O Cultura de Direitos reúne ações de formação técnica, artística e social. Além das oficinas de grafite, o programa disponibiliza atividades em diferentes áreas culturais.
Entre as opções oferecidas estão:
- Música: cavaquinho, coral, flauta doce, percussão, saxofone, violão e violino;
- Audiovisual: iluminação, fotografia, roteiro, cultura cinematográfica e videomaker;
- Mídias sociais;
- Capoeira.
A proposta pretende ampliar o acesso da população à cultura e criar novas oportunidades de formação em áreas criativas.
Grafite como ferramenta de transformação
O grafite ocupa espaços urbanos, cria diálogo com a comunidade e permite que jovens e adultos expressem seus repertórios visuais. Por isso, a oficina busca tratar a arte como uma ferramenta de transformação social.
Com as aulas em Itaipuaçu, Bambuí e Pedreiras, a Prefeitura tenta descentralizar as atividades e aproximar o programa de moradores de diferentes regiões de Maricá.
A Secretaria de Direitos Humanos não informou, no material divulgado, datas de inscrição, faixas etárias atendidas ou abertura de novas vagas. Assim, interessados devem acompanhar os canais oficiais do município para verificar futuras oportunidades.







