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Quina 7028: resultado, prêmios e análises de segunda-feira, 18/05

Volante do concurso 7028 da Quina, com resultado dos números sorteados nesta segunda-feira, 18/05, bem como prêmios de todas as faixas de acerto, análises sobre arrecadação, pagamentos, transparências, repasses sociais, total de apostas, ganhadores e perdedores.

Volante do concurso 7028 da Quina, com resultado dos números sorteados nesta segunda-feira, 18/05, bem como prêmios de todas as faixas de acerto, análises sobre arrecadação, pagamentos, transparências, repasses sociais, total de apostas, ganhadores e perdedores | Enzo Carvalho/Folha do Leste

O prêmio principal do concurso 7028 da Quina acumulou nesta segunda-feira, 18/05. Isso porque, de acordo Loterias Caixa, nenhuma aposta acertou o resultado formado pelos 5 números sorteados às 21h: 42 • 74 • 16 • 01 • 41. Como resultado, o prêmio principal acumulou para o próximo sorteio. O evento aconteceu no Espaço da Sorte, em São Paulo e teve apresentação de Nadiara Pereira, com nossa cobertura ao vivo e transmissão em tempo real no @CanalCaixa do Youtube.

A atualização que ora fazemos neste texto traz informações sobre as apostas ganhadoras, tal qual análises econômicas, financeiras e lotéricas. Tudo com fundamento nas regras vigentes de arrecadação e pagamentos da Quina, aplicáveis à Caixa Econômica Federal.

Para melhor conferência, listamos abaixo as dezenas sorteadas na Quina  7028, organizadas em modo crescente:

 

Concurso 7028 da Quina: segunda-feira

01 • 16 • 41 • 42 • 74


Sorteio realizado em 20/04/2026, às 21h | fonte: Loterias Caixa

 

Prêmios, detalhamento financeiro e dados econômicos da Quina 7028, de 18/05

A premiação principal para este concurso estava estimada em R$ 10,5 milhões e estipulada em R$ 10.463.281,96 após o encerramento das apostas, antes do sorteio. Desse modo, o concurso subsequente, previsto para esta terça-feira,  19/05/2026, tem prêmio estimado em 12 milhões pela Caixa.

Um pouco mais distante, o próximo concurso de final cinco, notadamente o 7035, já conta com o valor acumulado de R$ 1.907.402,39. Já o Sorteio Especial de São João soma mais de 121,9 milhões em valores acumulados — R$ 121.925.771,36.

Índice de apostas vencedoras e derrotadas, bem como as premiações do concurso 7028

A Quina contabilizou 3.792.510 apostas, ao passo que 96.143 delas terminaram o concurso premiadas — 2,54%. Por outro lado, o certame expressa seu lado mais duro no total de 3.696.367 apostas perdedoras97,46%.

Assim sendo, mantém-se a lógica lotérica dos jogos de azar. Enquanto muitas pessoas apostam, poucas ganham. Mas a maioria perde.

Rateio oficial das faixas de acertos

  • 4 acertos: 33 apostas ganhadoras, que receberão, em contrapartida, prêmio no valor de R$ 15.852,52 cada
  • 3 acertos: 3.528 apostas ganhadoras, que receberão, em contrapartida, prêmio no valor de R$ 141,21 cada
  • 2 acertos: 92.582 apostas ganhadoras, que receberão, em contrapartida, prêmio no valor de R$ 5,38 cada

 

Performance financeira da Quina: transparência do concurso 7028

Em síntese, a Quina arrecadou R$ 11.377.530,00. Neste mesmo interstício, reservou a soma dos valores correspondentes equivalentes a todas as faixas de acerto para pagamento de prêmios: R$ 1.519.413,2013,35%.

Cabe-nos enfatizar, em vista disso, que este dinheiro tem prazo para saque. Por ora, nesta conjuntura, o atual concurso expressa resultado financeiro preliminar positivo de R$ 9.858.116,8086,65%.

O concurso teve a fiscalização de Neusa Pereira juntamente com Carla Amando, na qualidade de auditoras do público. Eles validaram todos os sorteios assim como os procedimentos de preparo da extração.

Repasses sociais e despesas vinculadas ao dinheiro das apostas do concurso 7028 da Quina

Além da distribuição de prêmios, a arrecadação também sustenta repasses obrigatórios. Primordialmente, chama-nos atenção o valor correspondente ao Custeio de Despesas Operacionais: R$ 1.088.829,62. Noutro contexto, R$ 1.970.588,20 tiveram como destino a Seguridade Social.

Há, ainda, outros repasses com base na arrecadação deste concurso:

  1. Seguridade Social: 17,32% = R$ 1.970.588,20
  2. Fundo Nacional da Cultura – FNC: 2,91% = R$ 331.086,12
  3. Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN: 3% = R$ 341.325,90
  4. Fundo Nacional de Segurança Pública – FNSP: 6,80% = R$ 773.672,04
  5. Ministério do Esporte: 2,49% = R$ 283.300,50
  6. Fenaclubes: 0,01% = R$ 1.137,75
  7. Secretarias de esporte dos Estados e do Distrito Federal: 1% = R$ 113.775,30
  8. Comitê Brasileiro de Clubes – CBC: 0,46% = R$ 52.336,64
  9. Comitê Brasileiro de Clubes Paralímpicos – CBCP: 0,07% = R$ 7.964,27
  10. Confederação Brasileira do Desporto Escolar – CBDE: 0,22% = R$ 25.030,57
  11. Confederação Brasileira do Desporto Universitário – CBDU: 0,11% = R$ 12.515,28
  12. Comitê Olímpico do Brasil – COB: 1,73% = R$ 196.831,27
  13. Comitê Paralímpico Brasileiro – CPB: 0,96% = R$ 109.224,29
  14. Custeio de despesas operacionais: 9,57% = R$ 1.088.829,62
  15. Fundo de Desenvolvimento de Loterias – FDL: 0,95% = R$ 108.086,54
  16. Outros: R$ 4.442.412,51 — esse valor contempla acumulações de prêmio, comissões lotéricas, incidência de IRPF e demais rubricas não detalhadas individualmente, já descontado o valor pago às apostas ganhadoras neste concurso.

O porquê de ir além dos prognósticos e resultados lotéricos

Via de regra, a motivação da aposta está na recompensa prometida, não na destinação contábil do dinheiro.

Para onde vai o dinheiro de quem perdeu na loteria

A princípio, devemos considerar que quem joga na loteria persegue prêmio. Essa é a principal – senão a única motivação de um cidadão realizar apostas lotéricas. Quando o jogador, recreativo ou compulsivo não recupera, pelo menos, o valor que apostou, logicamente lida com a derrota.

É justamente enquanto o sonho de muitas pessoas termina, um fato pouco difundido pela chamada “grande imprensa” começa. Adiantamos que isso tem potencial para virar um pesadelo para o apostador já frustrado por não ter ganho prêmio algum.

Trata-se do seguinte: qualquer dinheiro perdido nas loterias Caixa se tornam uma contribuição voluntária paga ao governo federal. Em outras palavras, o apostador, além dos inúmeros tributos que já paga, dá ainda mais dinheiro para o erário.

Quando digo que isso pode virar um pesadelo é porque quase ninguém sabe que isso acontece. Principalmente, por se tratar de um dinheiro que ninguém jamais teve obrigação impositiva de entregar à caixa forte da União.

Logo, isso nos impõe a obrigação jornalística de examinar a arrecadação, indo além da celebração dos vencedores. Simplesmente, porque todo dinheiro que ingressa ou sai do erário exige luz, método e vigilância.

Sua vida, seu dinheiro e o direito de saber qual o destino dele

Afinal, além dos prêmios pagos às apostas ganhadoras, há uma vultosa soma que corresponde a muito dinheiro, que ainda fará percursos sinuosos

Nesse sentido, o tratamento editorial financeiro e econômico que atribuímos às loterias deixa claro ao poder público que estamos vigilantes. Logo, cabe aos gestores dos recursos lotéricos o dever de transparência com a aplicação e destinação do dinheiro das apostas.

Jornalismo de loterias feito com responsabilidade social

Temos, ainda, a necessidade de alertar as pessoas que podem estar ultrapassando o limite do entretenimento das loterias. Sobretudo, aquelas que não apostam com responsabilidade. Por exemplo, quem joga para “recuperar perdas”, ou quem usa dinheiro de contas ou necessidades básicas para apostar.

Os cálculos que aqui fazemos visam mostrar também que ganhar depende da sorte, não da insistência.

Nesse sentido, nosso conteúdo não tem como objetivo tirar o estímulo de fazer uma “fezinha”. Até porque estamos nos referindo, aqui, a loterias oficiais. Todavia, queremos alertar famílias e pessoas que colocam seu patrimônio ou seus recursos de sobrevivência em risco para apostar. Portanto, se você costuma apostar de modo frequente, busque ajuda caso sinta que perdeu o controle.

Apostar pode ser divertido se visto como entretenimento, mas não deve virar obrigação cotidiana, muito menos estratégia financeira. Não esconda apostas da família — transparência é sinal de controle. O gasto lotérico deve caber no seu orçamento de lazer, não no essencial.

Repasses sociais e despesas vinculadas ao dinheiro das apostas do concurso 7028 da Quina

Além da distribuição de prêmios, a arrecadação também sustenta repasses obrigatórios. Primordialmente, chama-nos atenção o percentual de 9,57% correspondente ao Custeio de Despesas Operacionais. Noutro contexto, 17,32% tem como destino a Seguridade Social.

Há, também, outros repasses. Por exemplo os seguintes Fundos, a saber: Nacional da Cultura – FNC; Penitenciário Nacional – FUNPEN; Nacional de Segurança Pública; – FNSP; de Desenvolvimento de Loterias – FDL.

Igualmente, os seguintes Comitês: Brasileiro de Clubes – CBC; Brasileiro de Clubes Paralímpicos – CBCP; Olímpico do Brasil – COB; e Paralímpico Brasileiro – CPB.

Além deles, as Confederações Brasileira do Desporto Universitário – CBDU; e a Brasileira do Desporto Escolar – CBDE.

Por fim, acumulações, comissionamento de lotéricos, Imposto de Renda, Ministério do Esporte, Fenaclubes e Secretarias de esporte, ou órgãos equivalentes, dos Estados e do Distrito Federal.

Detalhes do sorteio

Vale destacar que o FOLHA DO LESTE atualiza esse conteúdo, em tempo real, em paralelo às informações que apura diretamente com a Caixa.

 

André Freitas
André Freitas é diretor-executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Jornalista e radialista desde a década de 1990, é narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Possui ampla experiência na cobertura da editoria de política, em razão de funções exercidas nos poderes Legislativo e Executivo, com atuação nas Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo e Campos dos Goytacazes, além da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e da Prefeitura de Niterói. Dirigiu por 15 anos a Rádio Absoluta, onde apresentou programas noticiosos diários e conduziu coberturas esportivas, incluindo mais de uma década acompanhando a seleção brasileira de futebol. Nesse período, esteve presente em duas Copas do Mundo e em uma edição dos Jogos Olímpicos. Trabalhou também nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e Litorânea (ES). Exerceu o cargo de editor-chefe nos jornais Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ), além de atuar como colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

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