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  • Família cobra respostas após morte de militar da Aeronáutica em base no Rio

    Família cobra respostas após morte de militar da Aeronáutica em base no Rio

    Família cobra respostas após morte de militar da Aeronáutica em base no Rio | Reprodução

    A morte de militar da Aeronáutica em base no Rio gerou revolta e pedidos de explicação da família de Bruno Guimarães Ferraz, de 20 anos. O jovem foi encontrado morto, na madrugada desta segunda-feira (13), dentro da guarita da Base Aérea do Campo dos Afonsos, na Zona Oeste da cidade.

    Segundo familiares, Bruno iniciou o plantão no domingo (12) e foi achado caído no chão da cabine por colegas que chegavam para rendê-lo. Desde então, parentes afirmam não ter recebido informações claras sobre o que provocou o óbito.

    Nas redes sociais, o primo de Bruno, Matheus Viana, lamentou o caso e cobrou respostas da Força Aérea Brasileira (FAB).

    “Queremos saber de fato o que aconteceu com Bruno. O que não querem nos contar? Temos o direito de saber a verdade”, escreveu.

    Bruno havia ingressado na Aeronáutica em maio deste ano e sonhava com a carreira militar. Segundo a família, houve demora no socorro e falta de transparência sobre o atendimento no local.

    “Ele estava empolgado por estar lá. Agora recebemos esse golpe da inexplicável morte do nosso Bruninho”, completou o primo.

    Em nota, a FAB lamentou o ocorrido e informou que presta apoio à família. A instituição instaurou um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias e afirmou colaborar com as investigações conduzidas pela Polícia Civil.

    O corpo de Bruno foi sepultado na manhã desta terça-feira (14), no Cemitério Nossa Senhora da Piedade II, em Magé, na Baixada Fluminense.

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  • FAB leva 34 toneladas de doações ao RS

    FAB leva 34 toneladas de doações ao RS

    FAB leva 34 toneladas de doações ao RS
    FAB leva 34 toneladas de doações ao RS | Divulgação/FAB

    A Força Aérea Brasileira (FAB) está mobilizada para ajudar as vítimas das fortes chuvas que assolam o Rio Grande do Sul desde a semana passada. Nesta terça-feira (07), um avião KC-30 decolou da Base Aérea de São Paulo (BASP), em Guarulhos (SP), com destino à Base Aérea de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre.

    A aeronave transporta 34 toneladas de doações, como água, cestas básicas, colchões, cobertores e medicamentos, arrecadados na campanha “Todos Unidos pelo Sul”.

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    As doações foram feitas pela população de diversas partes do país em resposta ao apelo da FAB. As bases aéreas de São Paulo, do Galeão (Rio de Janeiro) e de Brasília (DF) centralizaram a coleta dos itens.

    Os pontos de arrecadação continuam ativos de 8h às 18h, diariamente, recebendo roupas, colchonetes, água potável e gêneros alimentícios não perecíveis.

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    Essa é a segunda remessa de doações enviada pela FAB para o RS. Na segunda-feira (6), um KC-30 partiu da Base Aérea do Galeão com as primeiras 18 toneladas de mantimentos.

    A campanha de doações faz parte da Operação Taquari II, uma ação conjunta das três Forças Armadas que, desde 30 de abril, atua no auxílio às vítimas das enchentes no estado.

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    Até esta segunda-feira (06), 3.406 militares da Marinha, Exército e Aeronáutica já estavam envolvidos nas operações, utilizando 15 helicópteros, um avião de carga, 243 embarcações, 2.500 viaturas e equipamentos de engenharia. O Ministério da Defesa estima que as ações de resgate salvaram 46 mil vidas.

    Para atender aos pacientes dos hospitais alagados pelas chuvas, três hospitais de campanha estão sendo instalados. Um deles já está funcionando em Estrela (RS), no Vale do Taquari, com 40 leitos. Outros dois serão abertos em breve em Eldorado do Sul (RS), com 20 leitos, e em São Leopoldo (RS), com mais 40 leitos.

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  • Vegetação pode ter causado queda de helicóptero em Paraibuna

    Vegetação pode ter causado queda de helicóptero em Paraibuna

    Vegetação pode ter causado queda de helicóptero em Paraibuna
    Foto: PMESP

    Relatório preliminar divulgado nesta quinta-feira (18) pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) mostra que o helicóptero que caiu em Paraibuna, no Vale do Paraíba, interior paulista, colidiu com a vegetação em área de mata do município. A aeronave saiu do Campo de Marte, por volta das 13h15 do dia 31 de dezembro, com destino a Ilhabela, com um piloto e três passageiros. 

    No dia 12 de janeiro, a Polícia Militar avistou os destroços no meio da mata e iniciou o resgate. Os quatro ocupantes morreram. Eram eles o piloto Cassiano Tete Teodoro, de 44 anos; Luciana Rodzewics, de 45 anos; a filha dela, Letícia Ayumi Rodzewics Sakumoto, de 20 anos; e Rafael Torres, um amigo da família que fez o convite para o passeio.

    As buscas estavam sendo feitas pela Força Aérea Brasileira, Polícia Militar, Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros de São Paulo. Durante as buscas, as equipes sobrevoaram a região da Serra do Mar, entre o litoral norte e o Vale do Paraíba, principalmente sobre as cidades de Paraibuna, Natividade da Serra, Redenção da Serra, Salesópolis e Caraguatatuba.

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    O aparelho foi localizado pelo Águia 24, da Polícia Militar, depois de um trabalho de inteligência que delimitou área de 12 quilômetros quadrados a partir de informações de antenas de telefonia que captaram o sinal dos quatro telefones celulares dos ocupantes. A partir disso, foram traçados quadrantes para facilitar as buscas e o sobrevoo da área. Ao encontrar os destroços, outro helicóptero da PM decolou com equipes de resgate capazes de descer de rapel na região e caminhar até o ponto exato onde estava a aeronave.

    Segundo a FAB, a conclusão das investigações ocorrerá no menor prazo possível, dependendo da complexidade e da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes. “A FAB esclarece que, conforme a Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 – Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), Art. 88-Q, a retirada de destroços em ocorrências aeronáuticas é de responsabilidade do explorador da aeronave”, diz a FAB em nota.

    Ainda segundo a FAB, em breve a ocorrência poderá ser acompanhada por meio do Painel Sipaer, disponível para acesso no site do Cenipa, ou por meio link  https://painelsipaer.cenipa.fab.mil.br/.  O Cenipa tem o objetivo de investigar as ocorrências aeronáuticas para prevenir que novos acidentes com características semelhantes ocorram. Quando concluída a investigação, o relatório final será publicado no site do Cenipa.

     

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    Fonte: Agência Brasil