EsportesFutebol

Clube do Ano da Bola de Ouro 2025: Botafogo venceu no campo o vencedor do troféu: o PSG

Jogando fora de casa, em Paris, na França, na tarde desta segunda-feira (22), o Botafogo disputava a final da Bola de Ouro como único finalista do mundo não europeu na disputa da categoria Clube do Ano, mas ao contrário do que fez na Copa do Mundo Fifa de Clubes, não conseguiu derrotar o Paris Saint-Germain (PSG) nesta decisão. A premiação teve anúncio às 17h e valorizou os investimentos bilionários feitos pelo clube francês.

O Botafogo chegou à Bola de Ouro 2025 como protagonista de uma história que transcende resultados. Depois de conquistar a Copa Libertadores da América, assim como o Campeonato Brasileiro em 2024, o clube carioca entrou no seleto grupo dos cinco finalistas ao prêmio de Clube do Ano, perfilado ao lado de Barcelona, Chelsea, Liverpool e Paris Saint-Germain.

Por isso é que tu és e hás de ser…

Logo, devemos ressaltar que a presença do Glorioso entre os finalistas, prova que o Botafogo tem tradições aos milhões. Muitas delas divididas com as diversas conquistas do futebol brasileiro e sul-americano, mostrando que  nosso futebol merece respeito. Sobretudo, porque o Botafogo se trata de um dos 12 maiores clubes do século 20, conforme anunciado pela própria Fifa.

Desse modo, o alvinegro mostra ao mundo que o futebol praticado no Brasil merece atenção no cenário mundial. No palco da Bola de Ouro 2025, o Botafogo entrou em campo como protagonista, não como coadjuvante, mesmo sem levar o troféu.

Tua estrela solitária te conduz

Vale a pena lembrar que o Botafogo formou ícones como Garrincha, Nilton Santos, Jairzinho e Didi. O troféu não conquistado pelo Botafogo não apaga as 49 convocações somadas para disputas de Copa do Mundo — 47 somente à Seleção. Isso tem nome: relevância histórica.

O PSG conquistou o prêmio após uma temporada brilhante, incluindo a UEFA Champions League e títulos nacionais. Por outro lado, a trajetória do Botafogo mostrou que história, tradição e conquistas também contam no futebol global. Não à toa, perderam para o Botafogo no campo e na bola em campo neutro.

Dentro desse contexto, o Botafogo representa muito mais do que uma “surpresa sul-americana”: é a quebra de um monopólio europeu. Além disso, o Botafogo fez o mundo se lembrar de que o futebol é universal e que a história também conta pontos quando se fala em grandeza.

Se o futebol europeu domina há décadas as premiações internacionais, o Botafogo surge como exceção, carregando não só os títulos da temporada, mas também um peso histórico que o coloca em igualdade de grandeza com os adversários.

 

André Freitas
Diretor-Executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Radialista e Jornalista desde a década de 1990. Narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Tem vasta experiência na cobertura da editoria de política em razão dos cargos públicos que exerceu nos poderes Legislativo e Executivo: Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo, Campos dos Goytacazes, além da Alerj e ainda na Prefeitura de Niterói. Dirigiu a Rádio Absoluta por 15 anos, onde apresentou programas noticiosos diários. Pela emissora, cobriu por mais de uma década a seleção brasileira de futebol e esteve em duas Copas do Mundo e uma Olimpíada. Narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, tem 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Trabalhou, também, nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e (Litorânea/ES). Exerceu cargo de editor-chefe em Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ). Colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

Você também pode gostar!

Comments are closed.

Mais emEsportes