O técnico do Fluminense Zubeldía critica o gramado e aponta o campo como principal obstáculo no empate sem gols entre Operário x Fluminense pela Copa do Brasil 2026. Além do desempenho abaixo, o técnico destacou o impacto direto na criação do time e alertou para riscos físicos durante a partida.
Gramado trava jogo e limita o time
Logo após o apito final, Luis Zubeldía deixou claro o incômodo com as condições do Estádio Germano Krüger. Segundo ele, o campo dificultou a troca de passes e travou o estilo do Fluminense, que depende da posse e da circulação rápida da bola.
Além disso, o treinador afirmou que o gramado compromete não só o rendimento, mas também o nível técnico do espetáculo, já que os jogadores precisam adaptar cada movimento durante o jogo.
Lesão acende alerta imediato
Ainda no primeiro tempo, Martinelli sentiu a coxa e deixou o campo com dificuldade. Por isso, Zubeldía relacionou o problema diretamente ao estado do gramado, que exige movimentos forçados e aumenta o risco de lesão.
Segundo o técnico, situações assim poderiam ser evitadas com melhores condições estruturais, especialmente em jogos de mata-mata.
Cobrança direta à CBF
Diante do cenário, o treinador subiu o tom e cobrou uma postura mais rígida da Confederação Brasileira de Futebol. Para ele, partidas importantes não devem acontecer em campos sem qualidade mínima.
Além disso, ele lembrou que havia tempo para avaliar o local e até considerar outra alternativa, mas o Operário Ferroviário optou por manter o jogo em casa.
Empate reflete dificuldade em campo
Dentro das quatro linhas, o Fluminense Football Club não conseguiu se impor. O time teve pouca criatividade, errou passes simples e criou raras chances de gol ao longo da partida.
Por outro lado, o adversário também sofreu com o gramado, o que resultou em um confronto travado e tecnicamente abaixo do esperado.
Agora, a decisão fica para o Maracanã, onde o Tricolor busca um cenário mais favorável para impor seu estilo.





















