Mpox em Porto Alegre: novo caso reforça alerta sanitário antes do Carnaval

Mpox em Porto Alegre: novo caso reforça alerta sanitário antes do Carnaval | Getty Images/Governo Federal/Ministério da Saúde
A confirmação de mpox Porto Alegre reacendeu o alerta sanitário na capital gaúcha às vésperas do Carnaval. A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, nesta segunda-feira (16), um novo registro da doença em 2026. Segundo a Vigilância Epidemiológica, trata-se de um caso importado, já que o contágio ocorreu fora dos limites do município.
Ao longo de 2025, Porto Alegre havia registrado 11 casos da infecção. Com o novo episódio, a prefeitura reforçou o monitoramento e ampliou as orientações preventivas para reduzir riscos durante o período de festas e grandes aglomerações.
Estratégias de prevenção e monitoramento
Com a proximidade das festividades carnavalescas, o Executivo municipal intensificou as diretrizes de segurança sanitária. A administração reforça que a transmissão do vírus ocorre, principalmente, por meio do contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias ou saliva de pessoas infectadas.
As autoridades destacam que a prevenção começa antes mesmo da ida aos blocos, festas e eventos públicos. A observação do próprio corpo e a responsabilidade coletiva são apontadas como medidas fundamentais para conter a disseminação da doença.
Recomendações antes de sair para eventos públicos
A Secretaria Municipal de Saúde orienta que a população siga cuidados básicos, especialmente antes de participar de atividades com grande concentração de pessoas:
Identificação: observar a presença de bolhas, pústulas ou feridas pelo corpo;
Procedimento: ao notar qualquer alteração na pele, procurar imediatamente uma unidade de saúde;
Distanciamento: evitar contato íntimo ou exposição física prolongada com pessoas que apresentem lesões suspeitas.
Higiene, cuidados diários e atenção aos sintomas
Além do distanciamento físico, o protocolo preventivo inclui a higienização frequente das mãos, a não utilização compartilhada de objetos pessoais e o uso de máscaras em ambientes com maior risco de transmissão.
O quadro clínico da mpox segue um padrão conhecido. Os foliões devem ficar atentos aos sinais iniciais da infecção, que costumam anteceder as lesões cutâneas:
Febre e dor de cabeça;
Dores musculares e sensação de fraqueza;
Surgimento de ínguas;
Erupções características na pele.
Ao identificar qualquer um desses sintomas, a recomendação é evitar circulação em locais públicos e buscar atendimento médico.
Carnaval exige responsabilidade coletiva
A prefeitura ressalta que o objetivo das orientações não é gerar alarme, mas garantir um Carnaval mais seguro. Informação, prevenção e diagnóstico precoce seguem como as principais ferramentas para reduzir a circulação do vírus e proteger a população diante do aumento de eventos e aglomerações típicos do período.










































