A Arena Dicró, localizada na Penha Circular, Zona Norte do Rio de Janeiro, será palco da segunda edição do Breaking Carioca. O evento acontece neste domingo (17), a partir das 14h, e promete reunir b-boys, b-girls, DJs, grafiteiros e MCs, celebrando a rica cultura hip-hop. As inscrições para participar das batalhas são gratuitas e podem ser realizadas por meio do perfil oficial no Instagram, @breakcarioca.
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O destaque do evento ficará por conta das batalhas de breaking, que contarão com um time de jurados experientes: a b-girl Amanda Baroni e os b-boys Max e Vinny UBI.
A competição oferecerá R$ 1.500 em premiações, sendo R$ 1.000 para o primeiro colocado e R$ 500 para o segundo. Além das disputas, grafiteiros e músicos de diferentes regiões do Rio também apresentarão suas artes, fortalecendo ainda mais a cena cultural.
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O produtor artístico Lúcio Pedra destacou que o Breaking Carioca tem como objetivo revelar talentos da periferia e dar visibilidade à arte do breaking.
“Nosso projeto busca ampliar o alcance da dança e proporcionar experiências transformadoras para jovens que encontram no breaking um meio de expressão e reconhecimento”, explicou.
Segundo Lúcio, o breaking é um agente de mudança na vida de jovens periféricos, trazendo componentes importantes para o desenvolvimento pessoal e social.
“Em comunidades do Rio, essa dança tem um papel fundamental na formação de crianças e adolescentes, permitindo que sejam valorizados por sua capacidade de se expressar”, afirmou.
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O breaking ganhou destaque internacional ao estrear nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, com competidores de 16 países. No entanto, a modalidade não fará parte do programa olímpico em 2028. Para Lúcio, a ausência é um desafio, mas não desanima os entusiastas.
“Participar de um evento desse porte marcou nossa trajetória. Embora não estejamos nas próximas Olimpíadas, seguimos focados em popularizar o breaking, aumentar o número de praticantes e conquistar maior visibilidade e recursos para a dança, tanto como arte quanto como esporte”, concluiu.