
Raquel Zambom: jovem paratleta capixaba deixa legado de talento, coragem e inspiração na natação paralímpica | Divulgação
O esporte paralímpico brasileiro perdeu uma jovem promessa. Raquel Zambom, paratleta capixaba de natação, morreu na noite de 4 de novembro de 2026, aos 17 anos, no Espírito Santo, após enfrentar uma longa batalha contra o câncer.
Diagnosticada em 2020 com sarcoma de Ewing, um tipo raro de câncer, Raquel passou por tratamentos e cirurgias que comprometeram os movimentos de sua perna direita. Foi na natação que encontrou uma nova oportunidade de desenvolver seu talento e construir uma trajetória de conquistas.
Raquel Zambom conquistou espaço na natação paralímpica
Integrante da Associação Capixaba Paralímpica de Desporto (ACPD), a jovem destacou-se nas Paralimpíadas Escolares, onde conquistou medalha, e foi selecionada para o Camping Paralímpico, iniciativa do Comitê Paralímpico Brasileiro destinada a jovens talentos do esporte.
Sua trajetória, embora interrompida precocemente, representa a importância do acesso ao esporte, das oportunidades e do reconhecimento das capacidades das pessoas com deficiência.
Homenagens e legado de uma jovem atleta
A notícia de sua morte provocou manifestações de carinho e homenagens. Colegas do Sesi Civit dedicaram a vitória de estreia nos Jogos Estudantis do Espírito Santo (Joees 2026) à memória da atleta.
Raquel deixa uma história que merece ser lembrada não pela doença que enfrentou, mas pelo talento que revelou, pelas conquistas que alcançou e pelo espaço que conquistou no esporte paralímpico.
Seu legado permanece como lembrança de que oportunidades transformam vidas e que o talento não conhece limites.
Nossos sentimentos aos familiares, amigos, professores, treinadores e a toda a comunidade paralímpica.








