O calendário de pagamento do Bolsa Família em 2026 avança nesta quarta-feira (22) com o depósito para beneficiários de NIS final 3. A Caixa Econômica Federal começou a liberar a parcela de julho na segunda-feira (20) e seguirá com os créditos até 31 de julho.
Assim, cada família deve conferir o último número do NIS para saber quando poderá movimentar o benefício. O número aparece no cartão do programa e também pode ser consultado pelos aplicativos oficiais.
Bolsa Família paga beneficiários com NIS final 3
Nesta quarta-feira, a Caixa deposita os valores para famílias cujo Número de Identificação Social termina em 3.
Na quinta-feira (23), será a vez dos beneficiários com NIS final 4. Já na sexta-feira (24), recebem aqueles com final 5.
Depois disso, o calendário será retomado na segunda-feira (27) e continuará até o último dia útil do mês.
Calendário do Bolsa Família de julho de 2026
Confira todas as datas:
| Final do NIS | Data de pagamento |
|---|---|
| 1 | 20 de julho |
| 2 | 21 de julho |
| 3 | 22 de julho |
| 4 | 23 de julho |
| 5 | 24 de julho |
| 6 | 27 de julho |
| 7 | 28 de julho |
| 8 | 29 de julho |
| 9 | 30 de julho |
| 0 | 31 de julho |
Portanto, a Caixa concluirá os depósitos de julho na sexta-feira, dia 31.
Como descobrir a data do pagamento
O beneficiário deve observar o último dígito do NIS, sem considerar o número que aparece depois do traço.
Por exemplo, uma pessoa com NIS terminado em 4 receberá no dia 23 de julho.
Além disso, os aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem mostram a data, o valor e a situação da parcela.
Próximos pagamentos do Bolsa Família em 2026
Depois de julho, o Governo Federal manterá o calendário escalonado nos últimos dias úteis de cada mês.
Confira os próximos períodos:
- Agosto: de 18 a 31 de agosto;
- Setembro: de 17 a 30 de setembro;
- Outubro: de 19 a 30 de outubro;
- Novembro: de 16 a 30 de novembro;
- Dezembro: de 10 a 23 de dezembro.
Em dezembro, os pagamentos começam mais cedo. Dessa forma, todas as famílias recebem antes do Natal.
Quem pode receber o Bolsa Família
A principal regra considera a renda mensal de cada integrante da família. Para entrar no programa, a renda por pessoa deve ser de até R$ 218 por mês.
O cálculo é simples. Primeiro, a família deve somar todas as rendas recebidas no mês. Depois, precisa dividir o total pelo número de moradores.
Uma família com quatro integrantes e renda total de R$ 800, por exemplo, possui renda individual de R$ 200. Portanto, ela atende ao limite financeiro.
Entretanto, o Governo Federal também analisa as informações registradas no Cadastro Único antes de conceder o benefício.
Cadastro Único não garante pagamento imediato
A inscrição no CadÚnico representa uma etapa obrigatória, mas não assegura a inclusão automática no Bolsa Família.
Após o cadastro, o Governo Federal verifica a renda, a composição familiar e as demais informações declaradas.
Por isso, as famílias devem manter os dados atualizados, principalmente após mudança de endereço, emprego, renda ou número de moradores.
O cadastro pode ser feito em postos municipais, normalmente ligados aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).
Famílias precisam cumprir compromissos
Além do critério de renda, o programa acompanha compromissos nas áreas de educação e saúde.
As famílias devem:
- manter crianças e adolescentes frequentando a escola;
- garantir o acompanhamento pré-natal das gestantes;
- acompanhar o crescimento e a nutrição das crianças;
- manter a vacinação atualizada.
Essas medidas buscam ampliar o acesso das famílias aos serviços públicos essenciais.
Qual é o valor do Bolsa Família
O programa garante o pagamento mínimo de R$ 600 por família. No entanto, a composição familiar pode elevar o valor final.
O Governo Federal acrescenta:
- R$ 150 por criança de até 6 anos;
- R$ 50 por gestante;
- R$ 50 por criança ou adolescente de 7 a 18 anos incompletos;
- R$ 50 por bebê de até 6 meses.
Assim, famílias com crianças, adolescentes, gestantes ou bebês podem receber mais de R$ 600.
Como movimentar o dinheiro
O beneficiário pode usar o valor pelo aplicativo Caixa Tem, sem precisar comparecer a uma agência.
Pelo aplicativo, é possível:
- pagar contas;
- fazer transferências;
- usar o Pix;
- consultar o saldo;
- movimentar a poupança social digital.
Além disso, o cartão do Bolsa Família permite compras na função débito.
Onde sacar o benefício
Quem preferir retirar o dinheiro em espécie pode procurar:
- caixas eletrônicos da Caixa;
- casas lotéricas;
- correspondentes Caixa Aqui;
- agências da Caixa Econômica Federal.
Em alguns terminais, o beneficiário também pode sacar sem cartão. Nesse caso, deverá gerar um código pelo Caixa Tem.
Como consultar o Bolsa Família
A família pode verificar o pagamento pelos seguintes canais:
- aplicativo Bolsa Família;
- aplicativo Caixa Tem;
- aplicativo Cadastro Único;
- telefone 111 da Caixa;
- telefone 121 do Ministério do Desenvolvimento Social.
Antes de sair de casa, portanto, vale conferir se o depósito já aparece no sistema.
Benefício pode ser antecipado em situações específicas
Em municípios atingidos por calamidades ou emergências reconhecidas oficialmente, o Governo Federal pode unificar o calendário.
Nessas situações, todas as famílias da cidade recebem no primeiro dia de pagamento, independentemente do final do NIS.
Contudo, a antecipação depende de autorização específica. Por isso, o beneficiário deve consultar os canais oficiais do programa.








