O Brasil deve ter pelo menos uma mudança no ataque para enfrentar o Haiti, nesta sexta-feira (19), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026. A tendência é que Matheus Cunha ganhe a vaga de Igor Thiago entre os titulares da Seleção Brasileira.
O atacante entrou no segundo tempo do empate por 1 a 1 contra Marrocos, no último sábado, 13 de junho, e agradou internamente pela movimentação. Com isso, passou a ter boas chances de começar jogando em Filadélfia.
A mudança ainda não foi confirmada oficialmente por Carlo Ancelotti, mas está dentro da lógica apresentada pelo treinador após a estreia. O italiano afirmou que pode alterar a escalação conforme o adversário e as necessidades da equipe.
Matheus Cunha ganha força no ataque
Matheus Cunha aparece como favorito para iniciar a partida contra o Haiti.
O atacante de 27 anos oferece características diferentes das de Igor Thiago. Enquanto o centroavante do Brentford atua mais como referência de área, Matheus Cunha costuma se movimentar mais, sai da área para participar da construção e pode abrir espaços para Vini Jr. e Raphinha.
Essa mobilidade pesa na avaliação da comissão técnica, principalmente depois de uma estreia em que o Brasil teve dificuldade para variar jogadas ofensivas.
Igor Thiago deve perder a vaga
Igor Thiago foi a grande surpresa da escalação brasileira contra Marrocos.
O atacante começou como titular, à frente de opções como Matheus Cunha e Endrick, mas não conseguiu aproveitar as chances que teve. Depois do jogo, virou alvo de críticas de torcedores nas redes sociais.
Apesar disso, a possível saída do time titular não significa descarte. Ancelotti já deixou claro que pretende usar o elenco durante a competição e que as escolhas podem mudar de acordo com cada partida.
Ancelotti admite mudanças na Seleção
Depois do empate na estreia, Carlo Ancelotti afirmou que não pretende se prender a nomes.
O técnico disse que a escalação pode variar conforme o adversário e que precisa aproveitar melhor as opções do elenco. A fala abriu caminho para mudanças na equipe contra o Haiti.
Além do ataque, outros setores também podem passar por ajustes. A prioridade é deixar o time mais equilibrado, agressivo e capaz de criar mais chances.
Brasil precisa reagir após empate com Marrocos
A estreia brasileira terminou com gosto amargo. Marrocos saiu na frente com Ismael Saibari, após erro na saída de bola do Brasil. Pouco depois, Vini Jr. empatou ainda no primeiro tempo, mas a Seleção não conseguiu virar.
O resultado aumentou a pressão sobre Ancelotti e abriu debate sobre escolhas táticas, postura ofensiva e aproveitamento das peças do banco.
Haiti vira jogo-chave para o Brasil
A partida contra o Haiti ganhou peso maior depois do tropeço na primeira rodada.
Uma vitória recoloca o Brasil em situação mais confortável no Grupo C. Por outro lado, um novo empate ou uma derrota aumentaria a pressão para o último jogo da fase inicial, contra a Escócia.
Por isso, a tendência é que Ancelotti busque uma formação mais agressiva e com maior capacidade de definição no ataque.
Matheus Cunha pode mudar dinâmica ofensiva
A possível entrada de Matheus Cunha pode alterar a forma de jogar do Brasil.
O atacante tem boa leitura de espaços, participa da criação e costuma se aproximar dos meias e pontas. Com isso, pode ajudar a Seleção a fugir de um jogo previsível, problema apontado após o empate contra Marrocos.
Além disso, sua presença pode facilitar combinações com Lucas Paquetá, Raphinha e Vini Jr., especialmente em jogadas de aproximação.
Endrick ainda espera primeira chance
Mesmo com o clamor de parte da torcida, Endrick ainda aparece atrás na disputa por uma vaga no ataque.
O jovem atacante não saiu do banco contra Marrocos e segue aguardando a primeira oportunidade na Copa do Mundo. Ainda assim, ele pode ganhar minutos no decorrer da partida contra o Haiti, principalmente se o Brasil precisar aumentar a presença ofensiva.
A decisão final dependerá do plano de jogo de Ancelotti e do comportamento da equipe durante a partida.
Brasil x Haiti: data, horário e local
O próximo jogo da Seleção Brasileira será contra o Haiti, na sexta-feira, 19 de junho.
A partida será disputada no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, nos Estados Unidos, às 21h30, pelo horário de Brasília.
O confronto vale pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026.
Brasil fecha fase contra a Escócia em Miami
Depois do jogo contra o Haiti, o Brasil encerra a fase de grupos contra a Escócia.
A partida está marcada para 24 de junho, no Miami Stadium, o Hard Rock Stadium, em Miami. O duelo será decisivo para definir a posição brasileira no grupo, especialmente se a Seleção não vencer o Haiti.
Portanto, a segunda rodada pode determinar o nível de pressão para o encerramento da primeira fase.
O que pode mudar no Brasil
• Matheus Cunha pode entrar como titular;
• Igor Thiago tende a perder a vaga no ataque;
• Ancelotti admitiu mudanças conforme o adversário;
• o Brasil busca mais mobilidade ofensiva;
• Endrick segue como opção para o decorrer do jogo;
• a Seleção precisa vencer para aliviar a pressão no Grupo C.
Provável cenário para o ataque
A tendência é que o Brasil mantenha Vini Jr. e Raphinha pelos lados.
A principal dúvida está no comando ofensivo. Se Matheus Cunha começar jogando, a Seleção ganha um atacante mais móvel, capaz de circular entre os zagueiros, recuar para tabelas e atacar espaços.
Já Igor Thiago ficaria como opção para uma situação em que o Brasil precise de presença física, bola aérea ou referência mais fixa dentro da área.
Por que a mudança faz sentido
A troca no ataque faz sentido pelo desenho do jogo contra o Haiti.
O Brasil deve ter mais posse de bola e precisará furar uma defesa que tende a se proteger mais. Nesse tipo de cenário, movimentação, aproximação e velocidade de decisão podem ser mais úteis do que apenas presença de área.
Por isso, Matheus Cunha contra o Haiti aparece como uma alternativa natural para tentar deixar o ataque mais fluido.







