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Ancelotti surpreende na escalação do Brasil para estreia na Copa

Escalação do Brasil tem Ibañez, Douglas Santos e Igor Thiago contra Marrocos na Copa

Ancelotti surpreende na escalação do Brasil para estreia na Copa | Rafael Ribeiro/CBF

A Seleção Brasileira está escalada para a estreia na Copa do Mundo de 2026. Carlo Ancelotti surpreendeu nas escolhas e mudou três peças em relação ao time que vinha sendo projetado para enfrentar o Marrocos.

O Brasil encara a seleção marroquina neste sábado, 13 de junho, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

As principais novidades estão nas laterais e no ataque. Ibañez, Douglas Santos e Igor Thiago começam como titulares. Com isso, Danilo, Alex Sandro e Matheus Cunha ficam no banco de reservas.

Escalação do Brasil tem Ibañez e Douglas Santos

Ancelotti decidiu mudar as duas laterais para a estreia. Na direita, Ibañez ganhou a vaga de Danilo. Já na esquerda, Douglas Santos foi escolhido no lugar de Alex Sandro.

A decisão mostra uma tentativa do treinador de dar mais equilíbrio defensivo ao Brasil diante de um adversário veloz pelos lados do campo.

Marrocos tem jogadores fortes nas beiradas, como Hakimi, Mazraoui e Brahim Díaz. Por isso, a escolha dos laterais indica preocupação com recomposição, força física e proteção aos zagueiros.

Igor Thiago ganha vaga no ataque

A outra surpresa está no setor ofensivo. Igor Thiago começa jogando, enquanto Matheus Cunha fica como opção no banco. O atacante será referência mais adiantada em uma linha ofensiva que também terá Raphinha e Vini Jr.

Com essa formação, Lucas Paquetá terá função de aproximação pelo meio, ajudando na criação e na chegada à área. A escolha muda o desenho ofensivo esperado para a estreia. Em vez de um ataque mais móvel com Matheus Cunha, Ancelotti aposta em um centroavante de maior presença física.

Time titular do Brasil contra Marrocos

O Brasil vai a campo com:

Alisson; Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro e Bruno Guimarães; Lucas Paquetá, Igor Thiago, Vini Jr. e Raphinha.

Técnico: Carlo Ancelotti.

Neymar segue fora

A Seleção tem força quase máxima para a estreia. A principal ausência é Neymar, que se recupera de uma lesão muscular na panturrilha direita. O atacante acompanha o grupo, mas não tem condições de atuar contra Marrocos.

Sem o camisa 10, Ancelotti mantém a responsabilidade criativa dividida entre Paquetá, Raphinha e Vini Jr.

Estreia tem peso alto para o Brasil

A partida contra Marrocos é tratada como decisiva para o início da campanha brasileira.

O adversário foi semifinalista da Copa de 2022 e chega ao Mundial como a equipe mais forte do Grupo C no papel, além da própria Seleção Brasileira.

Uma vitória deixaria o Brasil em situação confortável para os próximos jogos da chave, contra Haiti e Escócia.

Marrocos chega com moral e baixas

Marrocos tenta repetir a campanha histórica da última Copa.

A seleção africana chega com nomes importantes, como Hakimi, Brahim Díaz, Bono e Mazraoui. O defensor, que havia preocupado a comissão técnica por problema físico, foi liberado para a estreia.

Por outro lado, a equipe sofreu cortes antes do início do torneio. O zagueiro Nayef Aguerd e o atacante Abde Ezzalzouli ficaram fora por lesão.

Grupo C da Copa do Mundo

O Grupo C tem quatro seleções:

Brasil;
Marrocos;
Haiti;
Escócia.

Depois da estreia contra Marrocos, o Brasil enfrenta o Haiti, no dia 19 de junho, e fecha a fase de grupos contra a Escócia, no dia 24 de junho.

O que muda com a escalação

As escolhas de Ancelotti indicam um Brasil mais cauteloso para a estreia.

Com Ibañez e Douglas Santos, a Seleção ganha jogadores de maior proteção nas laterais. Com Igor Thiago, o time passa a ter uma referência mais fixa no ataque.

A ideia parece clara: controlar melhor os espaços, disputar duelos físicos e aproveitar a velocidade de Vini Jr. e Raphinha pelos lados.

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Enzo Carvalho
Enzo Carvalho é jornalista profissional, com atuação voltada à cobertura de inovação, tecnologia, cotidiano e esportes. Ex-jogador profissional de e-sports, traz para o jornalismo uma compreensão prática do universo digital, das plataformas tecnológicas e das transformações provocadas pela cultura conectada.

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