Danni Suzuki relata alívio após prisão de stalker que a perseguiu por 17 anos

Danni Suzuki relata alívio após prisão de stalker que a perseguiu por 17 anos | Reprodução/Globoplay
O caso do stalker de Danni Suzuki entrou em uma nova fase após a prisão do homem investigado por persegui-la e ameaçá-la durante 17 anos.
A atriz Danni Suzuki afirmou que vive um momento de alívio após a prisão de Danilo da Silva Macedo, investigado por perseguição virtual e ameaças contra a atriz. Mesmo assim, ela diz que ainda não se sente completamente segura.
O relato foi feito nesta sexta-feira (6), durante participação no programa Encontro com Patrícia Poeta, da TV Globo.
“Estou um pouco aliviada, sentindo que as coisas começaram a tomar um rumo. Mas, ao mesmo tempo, eu ainda não me sinto segura”, afirmou a atriz.
“Estou num processo de segurança. Até essa história finalizar, a gente não se sente completamente segura”, completou.
Danilo da Silva Macedo, de 37 anos, foi preso na última sexta-feira (30). Segundo informações do g1, ele se apresentou espontaneamente à delegacia, acompanhado de um advogado, para cumprir um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça em dezembro do ano passado.
Ameaças e Perseguição
Durante a entrevista, Danni Suzuki detalhou a atuação do stalker, que a perseguia há quase duas décadas. Segundo ela, as ameaças eram constantes e cada vez mais graves.
O homem chegou a descrever, de forma detalhada, como pretendia matá-la. As ameaças também incluíam o filho da atriz e pessoas próximas.
“Ele detalhou muito a forma como ele ia me matar. E não só a mim, mas meu filho e as pessoas que eu amo”, relatou.
“Ele dizia várias vezes que estava na dúvida se faria ele mesmo ou se mandaria alguém fazer”, acrescentou.
Rotina Alterada
A atriz explicou que a perseguição a obrigou a mudar completamente sua rotina. O medo constante gerou um estado permanente de alerta, agravado pela agenda profissional intensa.
Segundo Danni, conciliar viagens, gravações e palestras com um esquema de segurança contínuo se tornou um desafio.
“Ele te coloca num estado de alerta constante”, afirmou.
“Com um ritmo de trabalho intenso, viajando o tempo todo, é muito difícil manter uma estrutura de segurança e ainda impor isso às pessoas ao seu redor”, concluiu.














































