Morte de Bira Hawaí comove bastidores do samba e do pagode
A morte de Bira Hawaí abalou profundamente os bastidores do samba neste domingo, 25 de janeiro. Empresário, produtor, diretor artístico e pai de Anderson, vocalista do Molejo, Bira morreu após passar por uma cirurgia no coração, em São Paulo. A notícia caiu como um silêncio pesado entre amigos, familiares e fãs do grupo.
Figura decisiva na trajetória do Molejo
Bira Hawaí ocupava um papel central na história do Molejo. Mais do que empresário, ele atuava como conselheiro, protetor e guia do grupo desde os primeiros passos. Por isso, o Molejo fez questão de destacar, em homenagem nas redes sociais, que perdeu um “paizão”, um “mestre” e um “porto seguro”.
Ele acreditou quando poucos acreditavam. Além disso, insistiu quando o caminho parecia fechado. Em momentos difíceis, cobrou. Em outros, acolheu. Assim, ajudou a moldar não só uma carreira, mas uma identidade musical que conquistou o Brasil.
Cirurgia, expectativa e despedida
Após o procedimento cardíaco, a expectativa entre pessoas próximas era positiva. No entanto, Bira Hawaí não resistiu às complicações e morreu neste domingo. A confirmação da morte gerou forte comoção no meio artístico, especialmente entre músicos ligados ao samba e ao pagode.
Mesmo diante da perda, o legado permanece. Afinal, Bira deixou ensinamentos, histórias e uma contribuição direta para um dos grupos mais populares da música brasileira nas últimas décadas.










