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Atletas de projeto social carioca vencem torneio paralelo do Rio Open

Alunos do projeto Tênis na Lagoa celebram conquista no Torneio Winner. Foto: Divulgação.

O Rio Open teve início com vitória do carioca João Fonseca com o paulista Marcelo Melo na estreia dos brazucas no torneio de duplas. Mas engana-se quem pensa que esse torneio não tem um viés social. Isso porque nele também acontece o Winners, competição que recebe todos os projetos sociais ligados ao esporte no estado. E o projeto carioca Tênis na Lagoa levou dois títulos e um vice-campeonato nesta competição.

Mais antigo projeto social da modalidade no estado do Rio, o Tênis na Lagoa faturou o título na categoria de 11 até 14 anos. A vencedora foi Giovanna de Paula, que superou Heloisa Gama por 8/3 na final. Na categoria 15 a 16 anos o troféu ficou com André Arthur Castro  superando Bernardo Torres por 8/2. Na categoria 15 até 21 anos, Natália Moura foi a vice-campeã sendo superada por Dominique Santos por 8/5.

Os atletas do Tênis na Lagoa receberam a premiação das mãos do bicampeão do torneio, o argentino Sebastian Baez.

Os alunos do projeto estão na missão, ao longo da semana, de serem boleiros do Rio Open. Esta competição acontece no Jockey Club do Rio de Janeiro, também na Zona Sul.

Sobre o Projeto Tênis na Lagoa

O projeto surgiu em 2004 pelo professor Alexandre Borges. Amante do tênis desde a infância, o Projeto Tênis na Lagoa/Instituto Mirania Gomes Borges tem sede em frente ao Clube Monte Líbano, na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul. Com nas quadras públicas, a iniciativa oferece de forma gratuita aulas de tênis para jovens de 6 até 17 anos de idade.

Atualmente, o projeto atende mais de 220 crianças e adolescentes com aulas de tênis. Além disso, todos contam com acompanhamento psicológico, aulas de inglês e yoga, passeios educativos, entre outras atividades. Aqueles que se destacam têm ainda a oportunidade de integrar a equipe de competição, representando o Tênis na Lagoa em viagens por todo o país e até pelo mundo.

O projeto conta com a ajuda da esposa de Alexandre, Paula Borges. Além dela, há o apoio de um grupo de voluntários e alguns apoiadores conhecidos, como o ex-tenista Thomaz Koch, que é padrinho do projeto desde a sua fundação.

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