Especial Carnaval 2024

Acadêmicos de Niterói canta o Catopê e faz frente à Maricá por campeonato

A Acadêmicos de Niterói, sétima escola a desfilar na sexta-feira (9) de carnaval pela Série Ouro, entrou na briga pelo campeonato do grupo. A azul e branco niteroiense se destacou pela excelente bateria do Mestre Demétrius, bem como pelas alegorias e fantasias de bom gosto e fácil leitura. Com isso, a agremiação pode fazer frente à União de Maricá, com quem pode vir a lutar quesito por quesito.

Com o enredo “Catopês – Um Céu de Fitas”, desenvolvido pelo carnavalesco Tiago Martins, a escola niteroiense desfilou leve e elegante. E fez uma homenagem à tradição de Catopês, que acontece na cidade de Montes Claros, no estado de Minas Gerais. A celebração acontece durante as “Festas de Agosto”.

O samba-enredo que narra esse importante evento cultural e religioso, embalou o publico, apesar da letra difícil. Mas a escola teve momentos de alternancia de canto. Em suas alas, o que pode lhe custar pontos em harmonia.

Porém, o desfile da Acadêmicos de Niterói teve excelentes momentos e defendeu bem os demais quesitos, principalmente os que se relacionaram com o enredo, tal qual o casal de meste-sala e porta bandeira e a comissão de frente.

A Acadêmicos de Niterói mostrou, cenicamente, os instrumentos musicais, como pandeiro, tambor e ganzá, que acompanham a dança e o canto dos grupos Catopês.
Outras referências à festa estiveram presentes no desfile, como a sua dança típica, uma mistura de movimentos africanos e europeus.

André Freitas
André Freitas é diretor-executivo e repórter do Folha do Leste e da Brasil 21 Comunicação. Jornalista e radialista desde a década de 1990, é narrador esportivo e cronista especializado em Carnaval, com 26 coberturas presenciais na Marquês de Sapucaí. Possui ampla experiência na cobertura da editoria de política, em razão de funções exercidas nos poderes Legislativo e Executivo, com atuação nas Câmaras Municipais de Niterói, São Gonçalo e Campos dos Goytacazes, além da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e da Prefeitura de Niterói. Dirigiu por 15 anos a Rádio Absoluta, onde apresentou programas noticiosos diários e conduziu coberturas esportivas, incluindo mais de uma década acompanhando a seleção brasileira de futebol. Nesse período, esteve presente em duas Copas do Mundo e em uma edição dos Jogos Olímpicos. Trabalhou também nas rádios Campos Difusora (Campos/RJ) e Litorânea (ES). Exerceu o cargo de editor-chefe nos jornais Olho Vivo (Niterói/RJ) e A Tribuna (Niterói/RJ), além de atuar como colunista do jornal O Diário (Campos dos Goytacazes/RJ).

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