Biblioteca no Metrô Rio amplia acesso à leitura na Cinelândia
A biblioteca no metrô Rio passou a integrar a rotina de quem circula pela Estação Cinelândia do MetrôRio. A novidade começou a funcionar nesta terça-feira (7) e busca incentivar a leitura em meio ao fluxo intenso de passageiros.
Batizado de “A Casa Amarela”, o espaço oferece empréstimo gratuito de livros e promove o acesso à cultura no coração do Centro do Rio de Janeiro.
Biblioteca no metrô Rio incentiva leitura no dia a dia
A proposta é simples e direta. Levar livros até onde as pessoas já estão. Assim, a biblioteca funciona de segunda a quinta-feira, das 8h às 19h. Já às sextas e sábados, o atendimento ocorre das 16h às 19h.
Durante a inauguração, cerca de 100 livros foram distribuídos gratuitamente ao público.
Segundo o idealizador Pedro Botelho, o projeto nasceu há quatro anos, no bairro de Anchieta, com foco em democratizar o acesso à leitura.
“A Casa Amarela nasceu de um sonho coletivo e hoje se torna realidade. Queremos que a biblioteca seja um espaço vivo de troca, reflexão e inclusão”, afirmou.
Cultura acessível em espaço de grande circulação
A escolha da estação não foi por acaso. De acordo com Simone Feil, o local amplia o alcance da iniciativa.
“Ter uma biblioteca em um espaço público de alto fluxo é uma forma de levar cultura a todos”, destacou.
Além disso, o secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, reforçou o impacto social do projeto.
“Trazer A Casa Amarela de Anchieta para a Cinelândia aproxima centro e periferia”, afirmou.
Projeto deve ganhar novas ações
A secretária estadual de Cultura, Danielle Barros, destacou o simbolismo da iniciativa no cotidiano.
“A gente se inspira e deixa florescer a essência que os afazeres do dia tentam roubar de nós”, disse.
Além da biblioteca, os organizadores planejam ampliar o espaço com ações sociais e de saúde nos próximos meses.
Um novo ponto de encontro cultural
Mais do que um espaço de empréstimo de livros, a biblioteca no metrô Rio se posiciona como um ponto de encontro cultural. Em uma cidade marcada pelo ritmo acelerado, a iniciativa cria uma pausa — e transforma o trajeto diário em oportunidade de aprendizado.








































